Muitos animais correm o risco de deixar de existir no nosso planeta, assim como aconteceu com os dinossauros há milhões de anos atrás.
A diferença é que ao contrario dos dinossauros que foram extintos naturalmente, a grande diversidade de animais entrando para esta lista atualmente é por causa da interferência humana.
Quais animais estão em extinção?
As principais causas destes horríveis acontecimentos são o tráfico de animais, a caça e pesca ilegais e a degradação de seus habitats, seja para expansão agrícola, obras ou queimadas.
Alguns dos que estão em extinção no mundo são: pinguim-africano, panda gigante, tigres, iguana da jamaica, lêmures, condor californiano, elefantes, golfinho vaquita, gorila-das-montanhas, leopardo-de-amur, rinocerontes, e muitos outros.
Espécies como a Onça-pintada, símbolo da fauna brasileira, sofrem com a perda de habitat causada principalmente pelo avanço da agropecuária e pela destruição de florestas como a Amazônia e o Pantanal.
Outro exemplo preocupante é o Mico-leão-dourado, que vive na Mata Atlântica e já esteve à beira da extinção, sobrevivendo hoje graças a intensos projetos de conservação e reflorestamento.
Já a Tartaruga-de-pente sofre com a poluição dos oceanos, a pesca predatória e a destruição de áreas de desova.
A preservação dessas espécies depende de políticas ambientais eficazes, fiscalização rigorosa e da conscientização da sociedade sobre a importância de proteger os ecossistemas brasileiros.



Já no Brasil, contamos com quase 700 espécies em risco, como o macaco prego, lobo guará, pica-pau, ararinha-azul, tartarugas, tatu bola, bugio, baleia azul, jararaca, etc.



Quais valem a pena salvar?
Além disso, um dos grandes problemas na sociedade é achar que apenas animais fofos devem ser salvos, fazendo com que campanhas de conservação ignorem outros para assim, conseguir o apelo do público.
Em entrevista para a BBC, o cientista chefe da ONG The Nature Conservancy, Hugh Possingham disse “É hora de colocarmos alguma ciência por trás das espécies que usamos para comercializar e arrecadar fundos para conservação, em vez de limitar nossa abordagem em torno do que é popular ou visto como ‘fofo’ pelo público”.
Para entender mais sobre os que estão em perigo, podemos encontrar mais informações no Livro Vermelho, uma coleção de livros sobre a temática.
