O Império Romano foi uma das civilizações mais importantes da história.
Por séculos, Roma dominou territórios, influenciou culturas, espalhou sua língua e deixou marcas que ainda vemos no mundo de hoje. Mas, como todo império, ele teve seu auge e também sua queda.
Como começou o Império Romano?
Antes de ser império, Roma era uma república. Por volta do ano 27 a.C., após anos de guerras civis, o general Otaviano, sobrinho-neto de Júlio César, assumiu o poder com o título de Augusto.
A partir daí, começava oficialmente o Império Romano, com ele como o primeiro imperador.
Esse período trouxe paz interna (a famosa Pax Romana), expansão territorial e avanços em arquitetura, leis e infraestrutura. Roma se tornou o centro do mundo conhecido, dominando partes da Europa, Norte da África e Oriente Médio.
O auge e os problemas
Durante os primeiros séculos, o império prosperou. Construiu estradas, aquedutos, coliseus e cidades. A cultura romana se espalhou por onde passava.
Mas, com o tempo, vieram os problemas: corrupção política, crise econômica, excesso de gastos militares, desigualdade social e disputas internas pelo trono.
O império ficou tão grande que ficou difícil de administrar. Em 285 d.C., o imperador Diocleciano decidiu dividir o território em dois: Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente, numa tentativa de manter o controle.
Como o império caiu?
A parte ocidental, com capital em Roma, foi a que mais sofreu. Pressionada por invasões de povos chamados “bárbaros” (como visigodos, vândalos e hunos), por conflitos internos e pelo colapso econômico, essa metade do império foi enfraquecendo aos poucos.
Em 476 d.C., o último imperador romano do Ocidente, Rômulo Augusto, foi deposto por um líder germânico chamado Odoacro. Esse momento é considerado oficialmente o fim do Império Romano do Ocidente.
Já o Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla (atual Istambul), continuou por quase mil anos. Ele ficou conhecido como Império Bizantino e só caiu em 1453, com a conquista pelos turcos otomanos.
